quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Casamento entre pessoas do mesmo sexo

O diploma que introduz a possibilidade de casais formados por pessoas do mesmo sexo poderem contrair caamento civil foi hoje aprovada na especialidade na Comissão de Assuntos Constitucionais e a votação final será amanhã.
E Cavaco Silva, o que fará? E o que dirá o Tribunal Constitucional, sobretudo quanto à impossibilidade de estes casais não poderem adoptar em conjunto mas um dos seus membros o poder fazer individualmente?

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Procurador-Geral da República

Começando a ganhar a tendência do seu predecessor, Souto Moura, com entrevistas de vão de escada, finalmente Pinto Monteiro, hoje e na Assembleia da República, pôs fim ao regabofe da comunicação social.
"Eu não abro inquéritos políticos".
Infelizmente a maioria não percebe...

Mais do que injustificado, deploráveis!

As declarações de Paulo Rangel, o "D. Sebastião" desejado por alguns sectores do PSD, na sessão plenária do Parlamento Europeu: "Sócrates tem que explicar que não está a dominar, a saciar, a censurar a liberdade de expressão em Portugal", "Pela forma que estamos a andar, Portugal já não é um Estado de Direito, é um Estado de Direito formal onde o Primeiro-Ministro se limita a formalidades, a procedimentos, a formalismos e não quer dar explicações substanciais".
Seja, Rangel denunciou aquilo que entende ser um plano do Governo para controlar a imprensa, referindo ainda que quer para Portugal um "Estado de Direito material".
Vergonhosa actuação!

E a piorar...

Portugal é o segundo país do mundo no qual os cds mais sobem, a seguir à Bulgária.
O spread a 5 anos é agora de 235 (aumentou, há poucos dias era de 227), seja, por cada 10 milhões de Euros aplicados em títulos da dívida pública portuguesa a 5 anos os investidores têm que pagar um seguro anual de 235 mil Euros, o que afasta a procura dos mesmos), sendo o da Espanha de 164,67 (aumento ligeiro) e o da Grécia de 405 (ligeira diminuição).
A 10 anos o spread português é a 163,5, o de Espanha a 101,2 e o da Grécia de 360,8 (ligeira diminuição).
As declarações de Almunia são injustificadas e alarmistas, e Portugal (sobretudo) e Espanha é que sairam (saem...) prejudicados.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

E volta à carga...

Mário Crespo.
O mesmo que diz fazer entrevistas; o mesmo que hostilizou um membro do actual governo aquando de uma denominada entrevista que mais não foi que um cerrado ataque ideológico de alguém que, de acordo com o estatuto profissional, deveria ser imparcial.
E agora? Mente Crespo ou mente Nuno Santos?
Mário Crespo costuma apresentar notícias sussuradas ao ouvido, sacadas de conversas de café, regadas?
É Mário Crespo; continue assim...

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

E as consequências...

O risco das Obrigações do Tesouro a 10 anos (spread) é de 162 em Portugal (valor exponenciado pelas declarações de Almunia), 100 na Espanha e 368 na Grécia.
Quanto a cds (credit default swaps) sobre as Obrigações do Tesouro a 5 anos temos Portugal com cds de 227, Espanha com 168 e a Grécia com 421.
As declarações de Almunia produziram nefastos efeitos; mas atenda-se às abissais diferenças para perceber o exagero.
Por muito que responsáveis da UE digam que a Zona Euro não está em risco, os mercados absorveram as primeiras declarações; e Portugal é que paga...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Trés irresponsable!

Joaquin Almunia irá custar o emprego a milhares de portugueses: com as suas declarações, descabidas (confronte-se o défice externo de 80% de Portugal e de 120% da Grécia, a taxa de desemprego português de 10,3% com a de mais de 18% de Espanha...), fez com que o preço do dinheiro, para Portugal, subisse em flecha.
As declarações de Teixeira dos Santos são reais: o país fica à mercê das mesmas "aves de rapina" que são um dos algozes do sistema financeiro mundial.
E irresponsáveis são também, a outro nível, os deputados na Assembleia da República que dizem que mais 80, menos 80 milhões para a Madeira não são importantes; importante será, decerto, um novo estádio de futebol - já as obras públicas não têm relevância alguma...