sábado, 2 de julho de 2011

O Novo Ciclo

Quem esteve presente ontem, no Centro de Congressos de Aveiro, asssitindo à apresentação distrital da Moção Global de António José Seguro, percebe que efectivamente estamos perante um ciclo novo: não apenas no Partido Socialista, mas também em Portugal.
Sem medo de assumpção de responsabilidades, dialogante, determinado e, acima de tudo, Ético.
António José Seguro não é, como alguns dizem, um mero líder a prazo; para os que o não conhecem, preparae-se para uma surpresa...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

1 de Abril?

Sim, é certo que o Primeiro-Ministro disse que era um disparate que o PSD, ganhando as eleições, fosse mexer no 13º mês;
Sim, é certo que Passos Coelho disse que o PSD não interviria no domínio dos impostos sobre o rendimento.
Sim, é certo que irá tributar a 50% o subsídio de Natal quando superior ao salário mínimo nacional.
Mas, bolas!, Passos Coelho disse o que disse a 1 de Abril!
Será que ninguém o compreende?!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Não foi por falta de aviso...

"We told you so"...
Foi já apresentado o Programa de Governo: surpresas? Excluindo o reforço nas medidas de austeridade, nenhum positivo...Aceleração da agenda privatizante, "rescisões" (sim, termo utilizado...) por mútuo acordo com funcionários públicos (sim, os funcionários públicos vêm um pujante sector privado e estão desejosos de sair...), and so on...
Querem voltar os analistas a criticar aqueles que chamam a atenção para o liberalismo desenfreado, económio e scial, que se segue dentro de momentos? Força!
Mas os portugueses vão erceber que será pior que um bicho papão...

sábado, 25 de junho de 2011

O Novo Ciclo

Dia 1 de Julho, no Pequeno Auditório do Centro Cultural e de Congressos, em Aveiro, António José Seguro apresenta a sua Moção. Mais um passo na caminhada que o conduzirá à liderança do Partido Socialista!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Primárias ou Primário

Francisco Assis propõe, na sua Moção Global, a introdução de primárias para escolha do líder partidário, candidatos a Deputado e a nível autárquico.
A ideia é completamente avessa à tradição portuguesa, do contexto cultural e político latino.
A noção de caucus é incompatível com o actual alheamento da população portuguesa relativamente à vida política - daí a proposta?
O instrumento mais perene de plebiscitação popular, o Referendo, tem a triste história que conhecemos...
Defendo que, a nível autárquico, os militantes devem ter um mais activo papel a desempenhar, sendo imprescindível fazer intervir o Plenário de Militantes: os cabeças de lista à Câmara Municipal e Assembleia Municipal, bem como as respectivas listas, devem ser referendados pela maioria dos militantes; e no processo devem intervir também os simpatizantes que estejam em ligação directa com o trabalho das Concelhias! Já no que respeita aos cabeças de listas das Freguesias e Assembleias de Freguesia, o papel deve caber aos Núcleos de Freguesia, tendo o Plenário de Militantes um papel apenas de posterior controlo, avaliando o respeito pelo ideário socialista e a coerência com o projecto autárquico.
No que toca aos candidatos a Deputados...Francisco Assis perora contra as Federações do Partido Socialista, tratando-as como sindicatos de voto: além da generalização ser injusta, não padecerão as Concelhias dos mesmos vícios humanos?
Não existem círculos uninominais em Portugal nem serão introduzidos - por directa responsabilidade de PS e PSD! Não existe nem existirá uma pessoalização do voto: os cidadãos, quando votam, não escolhem o seu Deputado, fazem-no numa lógica nacional, escolhendo (em termos práticos, que não juridico-constitucionais) o partido que formará Governo...
Maiores problemas se levantam com a escolha do líder do Partido Socialista...
Que faria Assis se, num caso estudo limite, todos os militantes escolhessem um candidato como líder e todos os simpatizantes, superando o número dos primeiros em um, escolhessem outra pessoa? E se houvesse empate? O valor do voto de militantes e simpatizantes registados é idêntico?
Muitas questões, é certo, mas julgo que a matéria toca um ponto indispensável: procurar ligar o Partido Socialista de forma mais funcional à sociedade civil, retirar parte do peso estrutural dos processos de escolha, democratizar e publicitar os mesmos.
Se a discussão for séria, importante contributo!

Esforço de memória

Desde a vitória da coligação PSD-CDS/PP os juros dos títulos da dívida pública portuguesa, em média, subiram cerca de 3%, seja, cerca de 25% das cifras anteriores...
Estranho que não se fale nisto...
E quem se recorda, desde o início da campanha eleitoral, da última vez da comunicação social ter falado da crise que víviamos diariamente enquanto governados pelo Governo Sócrates?...

terça-feira, 21 de junho de 2011

E Passos Coelho?!

O processo de eleição da Presidência da Assembleia da República mostra a todos quão impreparado, até após uma vitória e um governo coligado com maioria absoluta, é Passos Coelho:
A rábula com Nobre foi deprimente: Passos Coelho não quis cumprir uma promessa, quis foi desfazer-se de um peso morto sem dar parte de fraco!
Agora, com uma comunicação social calada de forma injustificada, avança com um nome de uma mulher para a Presidência...
Não está em causa a pessoa em si, pois Assunção Esteves é, em termos académicos e de exercício de cargos públicos, uma pessoa preparada.
Mas não deixa de ser estranho que, chumbado que foi - até com votos de colegas de bancada! - Nobre, enquanto Passos Coelho escapava por entre as gotículas de chuva, se avance num sentido politicamente correcto...
Só falta dizer que a culpa foi de Nobre apenas...