segunda-feira, 14 de outubro de 2013
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Autárquicas 2013
Insultos.
Suspeição.
Crítica gratuita.
Irregularidades.
Insinuações pérfidas.
Automóveis com música e soundbytes de duvidosa qualidade.
Prospetos
pejados de lugares comuns, alguns de pura demagogia, outros de
exequibilidade quase nula (propostas farisaicas e/ou repetidas ad
nauseam, sem suporte em qualquer estudo de viabilidade
económico-financeira).
Nepotismo.
Escolha de cabeças de lista que todos percebem ser meros jogetes de outras figuras.
Têm sido estas as caraterísticas do período de campanha autárquica (e período prévio) no Município de Anadia.
O modelo utilizado de campanha, mais do que gasto, nada serve para informar e esclarecer os Munícipes; porque têm as candidaturas e os candidatos receio de seguir um modelo de town hall meetings, em contato direto com a população, fora da proteção partidária e/ou situacional?
Têm sido estas as caraterísticas do período de campanha autárquica (e período prévio) no Município de Anadia.
O modelo utilizado de campanha, mais do que gasto, nada serve para informar e esclarecer os Munícipes; porque têm as candidaturas e os candidatos receio de seguir um modelo de town hall meetings, em contato direto com a população, fora da proteção partidária e/ou situacional?
Porque não preferem um sistema de apresentação confrontante
de ideias, à mercê das questões populares?
Porque insistem em
desperdiçar dinheiro em outdors quando o podem utilizar para promover um
contato direto e real com os eleitores?
Porque têm as candidaturas receio de informar os munícipes o que farão se não vencerem com maioria absoluta, que coligações admitem fazer?
Porque têm os candidatos receio de explicar aos munícipes o que farão se não alcançarem a vitória que vêm apregoando?
Em todas as candidaturas existem propostas que podem-devem ser analisadas pelos vencedores, aplicadas caso se mostrem passíveis de contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos munícipes; qual o receio de assumir este compromisso?
Muito tem que mudar...
Porque têm as candidaturas receio de informar os munícipes o que farão se não vencerem com maioria absoluta, que coligações admitem fazer?
Porque têm os candidatos receio de explicar aos munícipes o que farão se não alcançarem a vitória que vêm apregoando?
Em todas as candidaturas existem propostas que podem-devem ser analisadas pelos vencedores, aplicadas caso se mostrem passíveis de contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos munícipes; qual o receio de assumir este compromisso?
Muito tem que mudar...
Publicada por
André Ferreira de Oliveira
à(s)
17:40
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terça-feira, 30 de abril de 2013
Assembleia Municipal
Ficaram os Munícipes a saber que o EcoParque de Anadia será instalado junto ao Complexo Desportivo - zona de quase inexistente implantação habitacional, onde não é possível construir, próxima da zona de bares e casinos que Litério Marques anunciou há praticamente uma década e...próxima da Curia!
Ficaram os Munícipes a saber, pela intervenção do Deputado Tiago Coelho e resposta de Litério Marques, que o processo do Conselho Municipal da Juventude terá avanços em Junho - o órgão que os Vereadores TODOS decidiram adiar sine die há já quatro (4) anos, quando apresentei uma proposta concreta à Câmara Municipal de Anadia!
O mesmo órgão que parece que é prioritário para a Juventude Socialista de Anadia - não se lhe conhecendo qualquer proposta nesse sentido, infelizmente...
Assistir a uma sessão da Assembleia Municipal de Anadia é uma experiência surreal: desde logo atenta a vacuidade de intervenções, tendo-se salvo no panorama de "franciscana pobreza" a do Deputado João Tiago Castelo Branco (infelizmente, que não da bancada do partido a que pertenço, apesar dos "maus fígados" de uns quantos...), incisivo na crítica, exigindo resposta e expondo as falhas do Executivo.
Vexa-me a brandura com que o Presidente da Câmara Municipal de Anadia é confrontado pela bancada parlamentar do (teoricamente) mais importante partido da Oposição, a do Partido Socialista: ora trata os Deputados por um coloquial "tu" (ou falando dos parentes mais próximos destes), ora lhes elogia a "postura elevada" com a qual exercem funções...
Inacreditável foi a forma como Litério Marques tratou com desdém e má educação quem o confrontou, beneficiando do contributo ativo do Presidente da Assembleia Municipal para manter a atitude ad nauseam...
É esta a (baixa) politica partidária do burgo!
Publicada por
André Ferreira de Oliveira
à(s)
22:25
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sexta-feira, 5 de abril de 2013
A Justiça tarda? Sim, mas é justa!
A vida política e, sobretudo, a partidária, está ainda grandemente dominada por quadros sem capacidades técnico-científicas, sem rasgos de coragem e inteligência e, pior ainda, sem verticalidade moral!
São incontáveis, espalhados por todos os quadrante e ocupando posições de maior poder: os "jovens", turcos e/ou de "outras nacionalidades", sem passado algum em termos profissionais mas que, fruto de uma clique de acéfalos pares, ascende meteoricamente na estrutura hierárquica, pautam a sua vida pelo desejo de conquistas futuras, sem olhar a meios e métodos.
Alguns deles, secundados por seres tão mesquinhos quão desprezíveis, procuram acertos de contas com o passado, tentam humilhar oponentes, sem se coibir de abusar do seu poder, perseguindo-os por todos os meios (sobretudo os mais ilegítimos e iníquos!).
Mas a Justiça, mesmo tardando, não deixa de ser feita pois que o é por pessoas com e de princípios.
Esta semana provou-o.
Talvez os leitores tomem "a nuvem por Juno" e se quedem pelo caso mediático do momento; não é o único, não será o último, mas talvez devesse servir de alerta...
Quando as pessoas começam a falar e o fazem sem quaisquer "telhados de vidro", as construções sem qualidade podem cair depressa e com estrondo!
Publicada por
André Ferreira de Oliveira
à(s)
16:27
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terça-feira, 19 de março de 2013
Artigo de Opinião Março 2013, Semanário da Região Bairradina
1.
“Nem
mais tempo, nem mais dinheiro”:
quantas vezes ouviram estas palavras do Primeiro-Ministro?
Quantas vezes ouviram o Ministro das Finanças dizer que estamos “no
bom caminho”, a cumprir “integralmente” as metas do
Programa de Ajustamento (sucessivamente revisto)? Quantas vezes se
depararam com o silêncio do Presidente da República?
Após as manifestações populares de 2 de Março, Cavaco Silva
declarou que “o protagonismo mediático do Presidente da República é
inversamente proporcional à sua influência”, que “Ninguém foi primeiro-ministro durante 10 anos (além
dele)” e que sabe “muito bem que um Presidente da República
que busca protagonismo mediático não tem influência sobre o
Governo”; ainda foi dizendo que “Não devo fazer
comentários públicos sobre o que diz este ou aquele governante”
- o mesmo Presidente da República que perorava contra a “espiral
recessiva” no início deste ano e que acusava José Sócrates
de “deslealdade institucional”...
O INE publicou os dados do desemprego de Janeiro de 2013: 19% da
população ativa encontra-se registada em Centros de Emprego, o que
realmente corresponde a 23% de pessoas sem emprego, a metade da
população jovem (não sendo ainda superior pois a parte de leão
da emigração é de jovens entre 25 e os 29 anos!); uma crescente
parte dessas pessoas não tem direito a subsídio de desemprego - e
aqueles que o têm são sujeitos a uma contribuição especial...de
6%!
Qual a resposta do Primeiro-Ministro a este flagelo? Perante a
exigência feita pelo Partido Socialista de aumento do salário
mínimo nacional, para Passos Coelho quando um país enfrenta um
nível elevado de desemprego “a medida mais sensata que se pode
tomar é exactamente a oposta”, seja, REDUZIR o salário mínimo
nacional! Enquanto os parceiros sociais negoceiam o aumento...
Silva Peneda, ex-Ministro do PSD, presidente do Conselho Económico e
Social, afirmou que tal redução “não é uma forma para criar
mais emprego...é um disparate do ponto de vista económico, do ponto
de vista político e do ponto de vista social, não é factor
decisivo para a criação de emprego de modo nenhum...O emprego só
se cria se as empresas tiverem clientes...o salário mínimo não é
uma forma nem uma política para criar mais emprego”,
defendendo que “o desemprego só se pode combater com
crescimento económico” - a via alternativa defendida pelo
Partido Socialista há já 2 anos!
Na passada sexta-feita o binómio Gaspar/Moedas anunciou os dados
macro-económicos na sequência da 7ª avaliação do Programa(s) de
Ajustamento(s): taxa de desemprego de 18,2% este ano (e 18,5% em
2014), deficit das contas públicas de 6,6% em 2012, recessão
de 2,3% em 2013, dívida pública correspondente a 123,7% do PIB em
2014, extensão de um ano para os cortes de 4 mil milhões de Euros
na despesa (500 milhões já em 2013).
Tais dados traduzem um falhando TOTAL das previsões governamentais,
um empobrecimento AGUDIZADO dos portugueses por ainda mais tempo e de
forma mais severa!
Em Maio de 2011 o Governo previu um crescimento de 1,2% em 2013 - vai
descer 2,3%!
A taxa de desemprego prevista pelo Governo para 2013 era de
13,3% - já se situa nos 19%! Tal significa mais 270 mil
desempregados que o previsto, mais do que a população do Porto!
Não contentes com a vergonhosa situação a que arrastaram Portugal,
os membros do Governo desdobram-se em ameaças veladas ao Tribunal
Constitucional, entre a acusação de “força de bloqueio”
(reavivando dizeres de Cavaco) e de politização de tal órgão -
sempre deixando na penumbra o anúncio dos dados do 1º trimestre da
execução orçamental nos dias 22/24 de Abril...
Se alguma dignidade restasse ao Governo, a demissão seria a única
saída admissível; mas tal gesto é inimaginável: além do Governo
viver num completo alheamento da realidade, crendo em um Portugal que
se renova e melhora, insistindo na fórmula que nos trouxe a este
ponto, é ainda sustentado pelas bancadas PSD/CDS-PP na Assembleia da
República, apostadas em validar a ação governativa e a
precarização, intencional, a que querem continuar a votar os
portugueses!
Para quem julgava que era impossível atingir o grau de
ridicularidade política do Ministro da Informação de Saddam (para
quem os infiéis americanos estavam derrotados, quando se viam
imagens dos seus tanques a invadir Bagdad), eis que Miguel
Frasquilho, um dos baluartes parlamentares do PSD, eleva a fasquia:
os terríveis resultados económico-financeiros anunciados devem-se
ao fato de o Programa de Ajustamento (não o negociado pelo anterior
Governo, porque já alterado 6 vezes pelo atual...) foi "mal
desenhado" e continha "projeções com pouca adesão
à realidade" - o PSD, liderado por Eduardo Catroga,
negociou e definiu o original, passando a campanha eleitoral a clamar
vitória por isso, o que diz tanto...
Mas Frasquilho tem mais “pérolas de sabedoria”: a "Troika
pela 7ª vez fez uma avaliação positiva ao nosso desempenho no
programa de ajustamento (qual das versões alteradas pelo PSD?),
a "evolução na correção do défice foi significativa"
e "Portugal descolou, penso que definitivamente, da
Grécia"...
Como diria Einstein: além do Universo, também a falta de
honestidade inteletual e ridicularidade são infinitas!
Perante todos estes dados, o intencional empobrecimento dos
portugueses e a degradação pura das suas condições de vida, com
os terríveis dados macro-económicos, que dignidade resta ao Governo
e ao Presidente da República? Que legitimidade democrática
continuam a invocar ter?
2. Gostaria de dirigir os votos de sucesso a Fernando
Mendonça, cabeça de lista do Partido Socialista à Câmara
Municipal de Estarreja: num Município no qual o PSD (com o CDS)
governa com maioria absoluta, escolhido pela única concelhia
socialista de Aveiro liderado por uma mulher (de e com qualidade!) e
em franca expansão do número de Militantes, representou uma
oposição política responsável, assente em projetos e propostas
concretas, ativamente dialogante e envolvido com seus munícipes.
Como os candidatos autárquicos e titulares de cargos públicos têm
que ser!
3. A todos os leitores do Semanário da Região Bairradina, os
sinceros votos de uma boa Páscoa; quão bom seria se representasse
verdadeiramente uma passagem para uma fase melhor!
Publicada por
André Ferreira de Oliveira
à(s)
15:01
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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
São escolhas, Senhor, são escolhas...
Preparando as eleições autárquicas que se avizinham, na azáfama e correria para a preparação de listas, existem dois tipos de forças partidárias: umas que se prepararam atempadamente e apostam em ganhar, outras que foram absurdamente relapsas durante todo o quadriénio 2009/2013 e apostam em "candidatos coador": têm tantos buracos que passa o que é bom e apenas conservam o desperdício!
Escolhas...
Publicada por
André Ferreira de Oliveira
à(s)
20:34
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
O Partido Socialista já tem candidato e os Militantes não sabiam?!
De acordo com este link nacional, o cabeça de lista à Câmara Municipal de Anadia pelo Partido Socialista será (pela terceira vez) Lino Pintado.
Mas não será boato?
É que o mesmo Lino Pintado, na qualidade de líder concelhio local, já em Junho de 2012, posteriormente repetido, anunciou que seriam os Militantes chamados a pronunciar-se quanto à escolha do candidato.
Quando teve lugar tal reunião, Plenário de Militantes e/ou Convenção Autárquica e como se processou a escolha?
Tendo existido escolha pelo universo local de Militantes, porque não recebi qualquer convocatória?
Não estaremos, a ser verdade a escolha, perante uma situação passível de impugnação?
E quem terá sido a "fonte próxima" que passou a informação para o site?
E quem terá sido a "fonte próxima" que passou a informação para o site?
Publicada por
André Ferreira de Oliveira
à(s)
22:49
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