terça-feira, 18 de maio de 2010

Somente o PCP!

Jerónimo de Sousa, a paternalista figura de defesa dos trabalhadores oprimidos, no esforço de luta no qual se inclui a acção nacional da CGTP, informa que o PCP apresentará uma moção de censura ao Governo da República.
Diferente da Grécia no modus operandi, os efeitos previstos seriam os mesmos: poder na rua, inflamação artificial do descontentamento da população, insegurança, péssimas indicações para o exterior.
Exactamente aquilo de que Portugal não precisa!
A CGTP não é o longo braço do PCP, mais uma vez se prova.
Como mais uma vez fica provado que o Partido Socialista não poderá formar qualquer tipo de aliança com uma força política que continua a assistir de forma impávida a actos de verdadeiro arrivismo social.

Mais caramielos não!

Um pequeno pedido a Sócrates: quando quiser caramielos, convém pedi-los via Internet; o arranhado castelhano que tem vindo a usar pode degenerar em compras indesejadas.
Eis que Portugal continua a senda de primeiros-ministros peritos em línguas estrangeiras...

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Esforço conjunto

Aumento das taxas de IVA, criação de sobretaxa no IRS a partir do 3º escalão de rendimento, aumento de IRC, redução de 5% nos vencimentos dos titulares de cargos políticos e gestores públicos, terminus das medidas anti-crise, sobretaxa nas operações de crédito ao consumo.
Tudo medidas adicionais ao PEC anteriormente apresentado.
Com o acompanhamento do PSD, numa atitude de realçar, contribuindo para a estabilidade política e económica nacional numa fase de dificuldade elevada.
Não se compreende todavia a atitude demagógoca de Pedro Passos Coelho: pedir desculpas aos portugueses por um acto de responsabilidade, pensando apenas no futuro eleitoral, foi um tiro grande no pé; apregoar que os portugueses querem ver alternativas e não ser consequente não permite decerto olher para alguém que, com tibiezas, se recusa a assumir responsabilidades.
Até ao final de 2011 nuvens negras encimam os céus de muitos portugueses; mas não somos como os gauleses, temendo que o céu se desabe sobre nós - por isso trabalharemos por e com Portugal!

Comentários?

Portugal foi o país que apresentou, no primeiro trimestre de 2010, a maior taxa de crescimento económico.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Europeia sim; mas União?

Estas últimas semanas trouxeram-nos negras nuvens: o federalismo não passa de uma utopia, mesmo para as gerações mais próximas, a União Europeia não sabe reagir como um bloco político face à actuação interesseira do mercado (continuem a defender o laissez-faire...), os cidadãos dos países que mais contribuem para a União Europeia reagiram (e reagirão) negativamente a novos apoios.
A criação de um fundo comunitário para auxílio a estados-membros em dificuldades surgiu tarde; há quem continue a clamar pela criação de uma agência de dotação financeira comunitária e supra estadual, mas os crentes no mercado livre, no equilíbrio da oferta/procura, defendem que o oligopólio existente, fundado em instituições bancárias (as mesmas que foram suportadas pelos estados?) dizem que o existente é suficiente.
As instituições europeias, nomeadamente a Comissão Europeia, ficaram quedas e mudas, perante os ataques aviltrantes a Portugal, à Espanha, à Irlanda, à Grécia.
Tendo sido comemorado a 9 de Maio o dia da Europa, as festividades não se justificam...

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Conselho Municipal da Juventude: todos o desejam?

Henrique Fidalgo, da Juventude Social Democrata de Anadia, já o exigiu, salientando a sua importância vital.
Marta Guerreiro, da Juventude Popular de Anadia, clamou pela sua urgente implementação, por se mostrar imprescindível à juventude do município.
E a Juventude Socialista de Anadia? Dado o seu silêncio, dever-se-á concluir que se opõe à aplicação de um mecanismo legalmente obrigatório há quase um ano?!
Faz tábua rasa de um projecto surgido do interior da própria estrutura?
Bem, a liderança era outra...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Triste opereta

As instituições internacionais aplaudem o PEC português, declaram-no válido, ambicioso, operativo.
Os mercados acalmam.
Os mercados estão calmos.
Os mercados exigem mais, mais e mais.
As instituições internacionais voltam a dizer que o PC é válido, ambicioso, operativo.
E?