Barack Obama tomou posse.
O seu discurso, menos emotivo do que o de qualquer político latino, concentrou as linhas mestras do espírito americano que, digo-o sem quaisquer dificuldades, tornaram aquele país um baluarte mundial: a entreajuda, a iniciativa, a inovação.
41 anos depois, Martin Luther King estava lá. Rosa Parks estava lá. Estavam lá milhões de inocentes, anónimos, que tanto lutaram e tanto sofreram.
Mais impressionante: independentemente do credo, raça, sexo, idade, orientação política, todos estavam lá. mais do que isso, todos quiseram e querem estar lá e em todo o lado.
Estávamos lá todos.
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